E-Business |
E-BusinessOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.E-business, acrónimo do inglês Electronic Business (negócio eletrônico), é o termo que se utiliza para identificar os negócios efetuados por meios eletrônicos, geralmente na Internet. Muitas vezes é associado ao termo comércio eletrônico. Pode-se definir e-business como negócios feitos através da Internet no sentido mais amplo da palavra negócio, desde contatos diretos com consumidores, fornecedores como também análises de mercado, análises de investimentos, busca de informações sobre o macroambiente, pesquisa de mercados, etc. Conjunto de sistemas de uma empresa que se interligam e interagem com os sistemas de diversas outras empresas servindo como a infraestrutura do e-Commerce (comércio eletrônico). E-business tem como aplicação a criação de sistemas capazes de prover comunicação entre empresas agilizando os processo de compra e venda entre as mesmas, existem inclusive sistemas que fazem pedido automáticos para outras empresas de acordo com o seu estoque de produtos, facilitando assim todo o processo de fabricação e venda, melhorar a disponibilidade de produtos de acordo com a demanda pelos mesmos. Processo de análise e diagnóstico de uma estratégia de E-businessEnquadramento do negócioA estratégia de e-business deve iniciar-se com um profundo conhecimento do negócio que se irá iniciar ou alterar. A primeira reflexão deverá incidir sobre o que se pretende com o novo negócio ou o que sustenta o actual modelo de negócio que é necessário reformular. O gestor de projecto deverá reflectir conjuntamente com os diversos departamentos da empresa sobre o seguinte conjunto de questões :
isto é uma seca fdx. Experiência na economia digitalNeste processo de análise e diagnóstico, será fundamental aferir qual a familiaridade, envolvimento e abertura de toda a organização para um processo Web. Será também importante elencar o grau de conhecimento sobre estas matérias por parte dos quadros superiores da organização, de forma a ser implementado um programa de formação adequado aos gestores indicados e eventualmente a toda a empresa. Caso a empresa já possua um site, deverá efectuar uma descrição o mais exaustiva possível das suas lacunas ou limitações. As questões mais importantes a colocar são as seguintes:
ObjetivosOs objectivos que estão por detrás de uma presença Web, deverão enquadrar os conteúdos, a imagem gráfica, a funcionalidade e a tecnologia de suporte ao site. É de extrema importância que a organização esteja segura dos objectivos que pretende atingir com a sua presença na Web. No limite mínimo o seu objectivo será o de marcar uma presença meramente institucional. O nível de sofisticação digital deverá estar de acordo com as necessidades da empresa, da sua estratégia, do seu posicionamento e ainda da sua capacidade financeira. Os objectivos da presença na Web poderão ser de diversa ordem como a redução de custos, aumento de receitas, entre muitos outros. Uma presença na Web poderá permitir um conjunto de objectivos / processos que são:
ConclusãoApós a definição da estratégia, mas antes da sua implementação, a empresa deverá validar a solução encontrada através das seguintes questões:
Etapas fundamentais de uma estratégia de E-businessObjetivos da estratégiaA empresa deverá recolher e tratar um conjunto de informações, nomeadamente sobre o mercado onde irá actuar, sobre os seus concorrentes, clientes, fornecedores, parceiros e fornecedores da solução de e-business. Após o tratamento da informação, a empresa deverá definir os seguintes aspectos:
Formulação da estratégia E-businessApós a obtenção dos resultados provenientes da análise sectorial e da posição competitiva, a empresa pode definir e formular estratégias e planos de comércio electrónico mais específicos e realistas. As questões fundamentais que se levantam quando da formulação de uma estratégia e-business são os seguintes:
Implementação da estratégia
Avaliação da estratégiaA avaliação dos resultados produzidos deverá ser monitorizada periodicamente, de forma a verificar se a organização caminha em direcção às metas estratégicas definidas. Aspectos fundamentais a acompanhar:
Como medir os resultados?
Alguns exemplos de análise da avaliação do projecto:
Desenvolver uma estratégia de E-businessVantagens de adoção de uma estratégia de E-business
Aspectos a considerar numa estratégia de E-businessUm dos erros habituais nas empresas, quando adoptam uma estratégia de e-business é o da liderança e implementação do processo. Contrariamente ao desejável grande parte das soluções são concebidas pelos departamentos de TI ( Tecnologias de informação), sem a participação activa dos diversos departamentos da organização. O erro acima indicado provoca a concepção e implementação de soluções por vezes de elevada qualidade técnica, mas que no entanto estão totalmente desajustadas às necessidades das empresas e dos seus parceiros e como consequência não produzem o retorno desejado. Uma estratégia de e-business só poderá produzir eficácia se for transversal a toda a organização e se contar com um envolvimento activo da alta direção. Será importante analisar toda a cadeia de valor da empresa de forma a obter o maior nível de integração, transversalidade e criação de valor. Uma correcta estratégia de e-business deverá ainda considerar aspectos fundamentais como a estratégia da organização, o cenário económico, financeiro, o portfólio de produtos da empresa e o seu ciclo de vida, as necessidades e a satisfação dos seus clientes, a legislação nacional e internacional, conhecimento dos procedimentos dos concorrentes e a envolvente tecnológica. As capacidades e arquitectura do hardware e software são fundamentais para o sucesso da estratégia de e-business, pois permitirão ou não uma navegação amigável, segura, rápida, adequada a todos os intervenientes do processo. A responsabilidade técnica da solução deverá ficar a cargo do departamento de tecnologias e informação (TI) da empresa, no entanto com completa colaboração e envolvimento de todos os departamentos. Iniciativas possíveis de uma estratégia de E-businessAs acções ou iniciativas que uma organização poderá implementar ou adoptar são muito díspares e variam de organização para organização, no entanto será importante considerar os seus objectivos estratégicos, o modelo de negócio, o nível de internacionalização da empresa, os recursos disponíveis, o seu posicionamento. Abaixo enuncia-se as acções mais utilizadas, nas organizações com maior sofisticação digital.
== Funções de um Sistema de Informação e o recurso à Informação As principais funções de um sistema de informação (S.I.) demonstram uma preocupação com o esquema geral de informática: 1.Recolha da informação (garantir que a entrada de dados no sistema seja a mais adequada); 2.Armazenamento da informação (garantir o registo dos dados necessários ao sistema, ou seja, arrumar segundo diferentes critérios que permitam a sua recuperação); 3.Processamento da informação (dar resposta às exigências de dados e informação para suporte do sistema); 4.Representação da informação (permitir uma percepção com qualidade dos dados e informação disponíveis no sistema); 5.Distribuição da informação (apesar dos custos elevados, garantir o fluxo de dados e informação no sistema, assegurando um conjunto de características, nomeadamente os contactos, remetentes, etc.). Constata-se, portanto, que as funções descritas utilizam a informação como recurso pelo que se requer o estudo em pormenor de dados, informação e conhecimento, dando mais ênfase à informação uma vez que ela é a matéria-prima dos S.I. Neste sentido à que definir o seu ciclo de vida, as suas funções e verificar o seu processamento e quais os factores que o influenciam. De qualquer modo, temos de lembrar-nos que os dados são, a matéria-prima da informação, que é extremamente cara a sua recolha, manutenção e armazenamento. E embora o custo do seu tratamento elevado seja alto, o seu valor intrínseco é baixo, mas tratam-se das peças básicas para se obter informação. Para além do mais, eles são recolhidos por razões que têm, quase sempre, a ver com o controlo (para conformidade, motivos operacionais, controlo de gestão, utilidade potencial, reporte ou comentário). A informação é, como se disse, o resultado do processamento de dados (agregação, gráficos, análise, ordenação, etc.) de modo a poderem ser utilizados para suportarem decisões ou outro tipo de acções. E ao contrário do que se possa pensar, a informação já era produzida antes do aparecimento dos computadores. Antigamente existiam sistemas de informação manuais, mas de qualquer modo, o que importa salientar é que a informação necessita da aplicação do conhecimento das pessoas para ser processada de forma útil. Por sua vez, o conhecimento é a estruturação de informações de forma a, baseada num conjunto de modelos, permitir a sua avaliação crítica e geração de nova informação. É óbvio que jamais conseguiremos gerar informação se, antes disso, não a conseguirmos processar. Neste sentido, o conhecimento recorre a modelos de avaliação, a grandes volumes de dados e informação, apoia-se em modelos contraditórios e também em processos selectivos de utilização da informação. Resumindo, recorre a estruturas complexas, embora não seja errado dizer que muito do conhecimento é tácito, resulta da experiência e do convívio social. Quem o afirma é Albert Einstein. O último nível é a sabedoria, entendida como o derradeiro nível do entendimento, de maneira a ser possível a utilização de padrões e meta-padrões em novas situações e de forma inovadora, sem prévia aprendizagem dessa utilizações. “Wisdom is not a product of schooling but the lifelong attempt to acquire it”. A sabedoria vem muito da realização e tem mais a ver com o erro do que com o sucesso. Ela permite encontrar novas formas de fazer o que já foi feito. A informação nasce, mas também morre pelo que é natural que se fale num ciclo de vida da informação. E apesar de ser um ciclo que pode ser iniciado em qualquer ponto, quer no armazenamento, no processamento ou na produção, é natural que o processo gere nova informação. Bibliografia
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