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E-Commerce

E-Commerce

Comércio eletrônico

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Comércio eletrônico (português brasileiro) ou comércio electrónico (português europeu) ou e-commerce, ou ainda comércio virtual, é um tipo de transação comercial feita especialmente através de um equipamento eletrônico, como, por exemplo, um computador.

Conceitua-se como o uso da comunicação eletrônica e digital, aplicada aos negócios, criando, alterando ou redefinindo valores entre organizações (B2B) ou entre estas e indivíduos (B2C), ou entre indivíduos (C2C), permeando a aquisição de bens, produtos ou serviços, terminando com a liquidação financeira por intermédio de meios de pagamento eletrônicos.

O ato de vender ou comprar pela internet é em si um bom exemplo de comércio eletrônico. O mercado mundial está absorvendo o comércio eletrônico em grande escala. Muitos ramos da economia agora estão ligadas ao comércio eletrônico.

Seus fundamentos estão baseados em segurança, criptografia, moedas e pagamentos eletrônicos. Ele ainda envolve pesquisa,desenvolvimento, marketing, propaganda, negociação, vendas e suporte.

Através de conexões eletrônicas com clientes, fornecedores e distribuidores, o comércio eletrônico incrementa eficientemente as comunicações de negócio, para expandir a participação no mercado, e manter a viabilidade de longo prazo no ambiente de negócio.

No início, a comercialização on-line era e ainda é, realizada com produtos como CDs, livros e demais produtos palpáveis e de características tangíveis. Contudo, com o avanço da tecnologia, surge uma nova tendência para a comercialização on-line. Começa a ser viabilizado a venda de serviços pela web, como é o caso dos pacotes turísticos, por exemplo. Muitas operadoras de turismo estão se preparando para abordar seus clientes dessa nova maneira.

  • Modalidades de comércio eletrônico

    O comércio eletrônico engloba todas as transações comerciais efetuadas por uma firma , com o objetivo de atender diretamente todos os seus clientes, utilizando para tanto as facilidades de comunicação e de transferência de dados mediadas pela internet. O processo para uma empresa ter o seu próprio comércio eletrônico, é simples, basta que seja uma empresa totalmente legalizada e contrate uma empresa de consultoria especializada em desenvolvimento desta serviço. Wesley Cunha

     Histórico

    O significado de comércio eletrônico vem mudando ao longo dos últimos 30 anos. Originalmente, CE significava a facilitação de transações comerciais eletrônicas, usando tecnologias como Eletronic Data Interchange (EDI) e Eletronic Funds Transfer (EFT). Ambas foram introduzidas no final dos anos 70, permitindo que empresas mandassem documentos comercias como ordem de compras e contas eletronicamente. O crescimento e a aceitação de cartões de créditos, caixas eletrônicos, serviços de atendimento ao cliente (SAC) no final dos anos 80 também eram formas de CE. Apesar de a internet ter se popularizado mundialmente em 94, somente após cinco anos os protocolos de segurança e a tecnologia DSL foram introduzidos, permitindo uma conexão contínua com a Internet. No final de 2000, várias empresas americanas e européias ofereceram seus serviços através da World Wide Web. Desde então, as pessoas começaram a associar à expressão ‘comércio eletrônico’ com a habilidade de adquirir facilidades através da Internet usando protocolos de segurança e serviços de pagamento eletrônico.

    Modelo Integrado do Comércio eletrônico

    O Modelo Integrado de Comércio Eletrônico possui várias subdivisões do ambiente do CE e da sua integração com o ambiente empresarial. Este modelo enfatiza seus aspectos, valor, benefícios estratégicos e contribuições para o sucesso das organizações:

    • Políticas e regras públicas: Estão relacionadas com os aspectos legais de regulamentação dos setores e mercados e das normas oficiais;
    • Políticas e padrões técnicos: Estão relacionados com os aspectos de padronização para a compatibilização dos componentes do ambiente técnico, políticas de tratamento e comunicação de informações;
    • Infovia Pública: É a rede formada tanto pela rede mundial Internet como pelos serviços on-line que tenham ligações com esta, sendo que a ênfase é no acesso livre e de baixo custo, e na integração entre os vários ambientes sem nenhuma restrição, incluindo desde os terminais mais simples de acesso até meios de comunicação mais sofisticados para grandes volumes de informações.
    • Aplicações e Serviços Genéricos: são aqueles oferecidos pelo ambiente, através dos seus provedores, serviços on-line e fornecedores, disponíveis a todos, tais como correio eletrônico, transferência de arquivos, salas virtuais, algoritmos e softwares de criptografia;
    • Aplicações de Comércio Eletrônico: São aquelas desenvolvidas com base nas camadas anteriores e que atendam as necessidades de uma organização ou grupo delas, tais comothais laura toririr

     Vantagens do e-commerce para empresas

    A sua rede de loja(s), negócio esta disponível 24 horas * 7 dias por semana;

    Reduzida probabilidade de erros de interpretação no circuito com o cliente , e mesmo com o fornecedor;

    Poupança nos custos associados com o cliente e com o fornecedor;

    Baixo tempo de entregas das encomendas;

    Facilidade no acesso a novos mercados e clientes, com reduzido esforço financeiro;

    A vantagem competitiva das grandes empresas para as pequenas é menor. Um eficiente e atractivo portal de compras na Internet não necessita de um elevado investimento financeiro. O cliente escolhe por quem lhe dá mais confiança e melhor serviço;

    Procedimentos associados as compras bastante céleres, permitindo as empresas diminuir o tempo médio de recebimento, melhorando o seu cashflow;

    Facilidade processamento de dados transmitido pelo CRM, como por exemplos preferências e forma de pagamento dos clientes, assim como permite a antecipação da evolução das tendências do mercado;

    Contacto permanente com todas as entidades intervenientes no processo, as interacção são mais rápidas, diminuindo os custos relacionados com a comunicação.

    Conhecimento constante do perfil de clientes, seus hábitos e regularidade de consumos;

    Antecipação das tendências de mercado, disponibilidade permanente de relatórios sobre os produtos mais visualizados, áreas mais navegadas;

    Rapidez na divulgação de novos produtos ou promoções

     Desempenho anual no Brasil

    E-commerce - Comércio varejista virtual[1][2]:
    2001 = faturamento de R$ 0,54 bilhão
    2002 = faturamento de R$ 0,85 bilhão (+ 55% ref. 2001)
    2003 = faturamento de R$ 1,18 bilhão (+ 39% ref. 2002)
    2004 = faturamento de R$ 1,75 bilhão (+ 48% ref. 2003)
    2005 = faturamento de R$ 2,50 bilhões (+ 43% ref. 2004)
    2006 = faturamento de R$ 4,40 bilhões (+ 76% ref. 2005)
    2007 = faturamento de R$ 6,40 bilhões (+ 45% ref. 2006)
    2008 = faturamento de R$ 8,20 bilhões (+ 28% ref. 2007)
    2009 = faturamento de R$ 10,6 bilhões (+ 29% ref. 2008)
    Informações pesquisadas pelo E-bit 
  • http://e-commerce.org.br
  • http://www.e-commercebrasil.org
  • Ligações externas